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Contexto A Ulta Beauty é a maior varejista especializada em beleza dos Estados Unidos. Ela vende cosméticos, perfumes, cuidados com a pele e o cabelo e serviços de salão. Em 12 de março de 2026, a empresa divulgou os resultados do ano fiscal encerrado em 31 de janeiro de 2026. No comunicado, a redução da perda de estoque (em inglês, inventory shrink) aparece como um dos fatores que explicam a margem bruta. Shrink é o termo que o varejo usa para a perda de estoque: a diferença entre o que o sistema registra e o que de fato existe. O furto é uma das causas dessa perda.
A Ulta Beauty lista entre os riscos do negócio a capacidade de gerir bem o estoque e de se proteger contra a perda de estoque. O risco aparece nos comunicados de resultados do terceiro e do quarto trimestres do ano fiscal 2025. Para uma rede de beleza, a perda de estoque afeta diretamente a margem bruta.
A empresa passou a acompanhar a perda de estoque como um fator explícito da margem bruta e a reportá-la ao mercado. A redução dessa perda aparece entre as causas da melhora da margem no ano fiscal 2025. Os comunicados públicos não detalham quais medidas específicas de prevenção de perdas a rede adotou.
A Ulta Beauty, maior varejista especializada em beleza dos EUA, informou que a margem bruta do ano fiscal 2025 subiu para 39.1%, contra 38.8%, principalmente pela menor perda de estoque e pela maior margem de mercadoria. Para quem enfrenta furto em loja de cosméticos, a lição é tratar a perda como linha do resultado, medida e acompanhada.
O que fizeram
Os comunicados públicos mostram três pontos:
- Perda de estoque tratada como risco do negócio. A empresa cita, entre os riscos que podem afetar os resultados, "a capacidade de gerir o estoque de forma eficaz e de se proteger contra a perda de estoque".
- Perda de estoque medida dentro da margem bruta. No ano fiscal 2025, a margem bruta subiu para 39.1% das vendas líquidas, contra 38.8% no ano anterior. A empresa atribui a alta principalmente à menor perda de estoque e à maior margem de mercadoria.
- Efeito também no trimestre. No quarto trimestre, a margem bruta caiu para 38.1%, contra 38.2%. A queda veio do mix de canais e de despesas fixas de loja. A menor perda de estoque e a eficiência na cadeia de suprimentos compensaram a maior parte desse efeito.
Os comunicados não informam quais ações concretas de prevenção de perdas a rede executou nas lojas.
O que funcionou
- A menor perda de estoque foi um dos principais fatores da alta da margem bruta no ano fiscal 2025, que passou para 39.1% das vendas líquidas, contra 38.8% no ano anterior.
- No quarto trimestre do ano fiscal 2025, a menor perda de estoque, junto com a eficiência na cadeia de suprimentos, compensou a maior parte da pressão de outros fatores sobre a margem bruta.
Como o furto em loja de cosméticos aparece no resultado da loja?
O furto entra no que o varejo chama de perda de estoque. É a mercadoria que saiu da loja sem gerar venda. Essa perda reduz a margem bruta, porque o custo do produto existe e a receita não. No caso da Ulta Beauty, a empresa citou a menor perda de estoque como um dos fatores que levaram a margem bruta do ano fiscal 2025 a 39.1%, contra 38.8% no ano anterior.
O que uma perfumaria pequena pode tirar desse caso?
A rede é muito maior que uma loja independente, mas a lógica é a mesma. Ela mede a perda, explica quanto essa perda pesa na margem e a trata como risco do negócio. Uma perfumaria pode fazer o mesmo com ferramentas simples: contagem periódica do estoque, comparação com o sistema e acompanhamento da margem mês a mês.
Perguntas frequentes
O que é shrink no varejo?
É o termo em inglês para perda de estoque: a diferença entre o estoque registrado e o estoque que de fato existe. O furto é uma das causas dessa perda.
A Ulta Beauty divulgou quais medidas usou contra o furto?
Os comunicados de resultados citam a menor perda de estoque como fator da margem bruta, mas não detalham as medidas específicas de prevenção de perdas adotadas nas lojas.
Quanto a margem bruta da Ulta Beauty mudou no ano fiscal 2025?
Segundo o comunicado de 12 de março de 2026, a margem bruta subiu para 39.1% das vendas líquidas, contra 38.8% no ano anterior, principalmente pela menor perda de estoque e pela maior margem de mercadoria.



